26/04/2015

É a vidinha no campo...

Há uma hora entrou um ratinho a correr casa adentro, deu uma voltinha na sala e foi à sua vida.


24/04/2015

Agora já é tarde, mas vá, este post contém spoilers

Então não é que, no episódio de ontem da Anatomia de Grey, o Derek morreu? Mesmo que uma pessoa não quisesse saber, já toda a gente falou disso nas redes sociais.

Não sigo quase nenhumas séries. Apenas esta e outra e tenho de admitir que esta temporada foi um bocadito fraca. Vai daí matam o senhor. Olha, vidas! Não tem nada de mais. Aquilo que eu acho mesmo engraçado (assim mais a atirar para o assustador) é a locura que por aí vai. Que foi muito egoísta da parte da Shonda Rhimes em relação aos fãs da série e ameaças e mais não sei o quê. Pessoas, é um raio de uma série! Vejam se atinam!

20/04/2015

Razão vs Emoção

E de repente uma pessoa recebe um convite inesperado. Apesar de ser muito interessante, apresenta mais contras que prós.

E agora, quem ganha? Razão ou emoção?


19/04/2015

Cabelos curtos

Gosto tanto! Tivesse eu um cabelo que não fosse um arbusto ao vento e apostava em algum destes cortes.

Sim, já tive cabelo curto e garanto que não ficava nada assim.

17/04/2015

Minimalismo/ Organização/ eu sei lá

Não sei se sou exatamente uma minimalista (não vou aos extremos de uma cama, uma cadeira, uma caneca, um prato e 3 pares de meias) ou se sou apenas uma pessoa organizada. Quando era criança/ adolescente era um bocado mais desorganizada, mas a mudança deu-se quando vim morar para esta casa, que não é propriamente um portento de espaço. Pode dizer-se que a falta de espaço (e de dinheiro) são mesmo os melhores remédios para desenvolver um comportamento minimalista, organizado e anti-tralha.
Já lá vão muitos anos. A minha dizia que eu era uma pessoa estranha (e se calhar também não se engana!!). Só anos mais tarde é que descobri que há mais como eu e que até têm um nome.

Acima de tudo, funciono melhor num espaço organizado e acredito que a organização facilita-nos a vida, pois evita coisas como aqueles 30 minutos à procura daquele papel e uma camada de stress em cima. E com esses minutos podemos fazer outras coisas que são muito mais interessantes.
Além disso, a organização também pode ser uma maneira de não gastarmos dinheiro desnecessariamente.

No entanto, acho que cada um deve viver como se sente melhor e que tentarmos ser algo que não somos pode antes ser muito mais stressante do que termos uma vida organizada para vivermos com menos stress. Não me stressa muito a desorganização dos outros. Trabalhei com pessoas que tinham secretárias onde parecia ter rebentado uma granada todos os dias, mas era assim que conseguiam trabalhar. Tudo bem. E tenho amigas que moram numa espécie de Zara em época de saldos. Tudo bem também.

Vou começar a partilhar algumas das minhas dicas de organização em breve. Fiquem atentos se este assunto vos interessa!


16/04/2015

Oh pá! Aquelas pessoas...

Se há um evento em Lisboa, perguntam logo então e o Porto, Beja, Ariosa do Monte?

Se há um apelo para ajudar animais, perguntam logo então e as pessoas?

Se há um apelo para ajudar pessoas, perguntam logo então e os animais?

Que canseira, pá!

15/04/2015

Já vos aconteceu uma loja online não enviar para Portugal?

Encontram aquele artigo de que andam à procura há 500 anos numa loja online nos EUA, seguem o processo todo até registarem a morada e aparecer a mensagem "não enviamos para esse destino". Já me aconteceu algumas vezes, até mesmo na boa velha na Amazon. Nem todos os artigos estão disponíveis na Amazon UK e nem todos os vendedores americanos enviam para Portugal.

Não sei se conhecem a solução para isso. Há várias empresas, mas eu só posso recomendar a que já utilizei com sucesso, que tratam disso por vocês. Registam-se e eles dão-vos uma morada americana. Na altura do checkout, pedem o envio da encomenda para a vossa morada americana e quando ela chega ao destino, escolhem o método de envio para Portugal e lá vem ela.

Prós: Aquele artigo que pensavam que nunca iam conseguir arranjar... Aí vem ele!

Contras: Tem de se pagar o transporte da Amazon para o morada americana e daí para Portugal, o que pode sair mais caro.

Se algum dia precisarem deste serviço, aqui fica o link:


11/04/2015

Sobre a adopção

Na sequência de um artigo que anda por aí a circular, que admito não ter lido na sua totalidade, que muito tem dado que falar, tenho de dar a minha opinião sobre este assunto. Até por ser um assunto que me diz muito respeito.

Sou uma entusiasta defensora dos direitos dos animais, mas, desculpem lá o mau jeito, adoptar uma criança não é o mesmo que ficar com o cãozinho abandonado lá da rua. Ah, mas eles também sofrem e têm sentimentos. Claro que sim! Tenho uma cadela traumatizada e carente devido aos maus tratos que sofreu em bebé. Sei bem o que isso é. Mas vamos lá ter calma, uma coisa é adorarmos os nossos animais, outra é humanizá-los em demasia e compará-los com uma criança. Adoro esta bicharada toda, mas o meu filho está acima na hierarquia.

É aceitável devolver um animal adoptado? Não, a não ser em situações extremas (uma doença grave e pouco mais). É aceitável devolver uma criança adoptada? Nunca.

Para quem não sabe, a partir do momento em que a adopção é decretada, a criança passa a ter os nomes dos pais e a ser oficialmente seu filho, tendo todos os direitos e deveres de um filho biológico e o mesmo se aplica aos pais.

Tomar a decisão de adoptar uma criança não deve ser tomada de ânimo leve. Não são para pôr um lacinho e levar a passear 3 vezes ao dia. Atenção, adoptar um animal também não deve ser uma decisão irreflectida. Eles dão trabalho e quando são bebés fazem todo o tipo de disparates. Não querem saber se estão a roer aqueles sapatos xpto ou se fazem um xixi no tapetinho pura lã virgem carissimo. Mas adiante. As crianças que estão para adopção não são crianças "normais". Só uma pequena parte teve a sorte de ser orfã, a maior parte delas viu e viveu coisas daquelas que vemos nos filmes e pensamos que são exagero, coisas que nem imaginamos poder ser verdade. Sei de algumas e são realmente chocantes. Se tivessem tido uma vida e uma família normais, não estariam para adopção. Além disso, muitas viveram parte da sua vida num instituição, onde, por melhores que sejam, não há o carinho e amor de um pai e de uma mãe. Se não estão dispostos a aceitar esse fardo, talvez não sejam os candidatos ideais.

Já vos aconteceu aceitarem alguma coisa (um emprego) com toda a certeza de que vão ser capazes de a fazer e depois perceberem que não têm o que é preciso para aquela tarefa? Por exemplo, a área comercial não me diz nada. Não gosto, não consigo. Posso aceitar um emprego nessa área, mas depois serei capaz de atingir objectivos e, mais importante ainda, ser feliz?

Quando se está a definir o perfil são feitas as seguintes questões: estamos dispostos a aceitar uma criança com um passado? Uma criança mais velha? Uma criança com problemas de saúde? Uma criança de outra raça?
E nós, e apenas nós, devemos decidir até que ponto temos capacidade e estamos abertos a cada uma destas situações. Vão dizer-nos que uma criança de dez anos vai chegar mais rápido do que uma de 1 ano, que uma criança doente também. Mas, estamos preparados para uma criança mais velha ou uma criança que exija cuidados de saúde diários continuados, uma criança que pode não chegar a adulta, só para recebermos uma criança mais cedo? Ninguém nos obriga a nada. Temos, acima de tudo, de ser sinceros connosco próprios.

Quando finalmente há uma compatilibilidade entre criança e pais, o processo é apresentado aos pais: idade, passado, problemas de saúde. Só aceita quem quer. Quem não quer volta para a lista e espera por um novo match. Claro que certas crianças têm menos probabilidades de ser adoptadas e as assistentes sociais tentam que essas crianças consigam uma família, mas da sua família cada um é que sabe.

Posto tudo isto, não acho que ninguém, após passar por estes procedimentos, tenha o direito de dizer "Não, não, espere lá. Não é nada disto que eu quero! Não me condiz com os cortinados da sala!"
A partir do momento em que são pais, são pais. Ponto Final. Com o bom e o mau. Só quem tem filhos sabe que não é tudo rosinha a toda a hora. Os filhos biológicos fazem asneiras, partem, estragam, fazem asneiras na escola, têm más notas, metem-nos a cabeça em água. E querem saber? Foram educados por nós desde o dia 1. E o que fazemos quando se portam mal? Até que idade é que têm garantia "Satisfeito ou Reembolsado"? Não têm, não é? Agora imaginem que tiveram uma vida de merda, que andaram de lar em lar e que agora vão morar com pessoas que nunca viram antes na vida? Acham que vai ser fácil? Que assim que entrarem pela porta vão estar à vontade, gritar mamã e papá e amar-vos do fundo do peito? Pensem lá outra vez!

Se forem adoptar com possibilidade de devolução quando houver dificuldades, não estão a adoptar um filho, estão a adoptar um filho de segunda categoria. Nenhuma criança que esteja para adopção merece ser um filho de segunda categoria. Na verdade, nenhuma criança merece. Se não estiverem prontos para ser pais a 100%, NÃO adoptem.

Ideias, ideias, ideias... #1











07/04/2015

É dar-lhe 2€ e mandá-lo a uma roulotte!

O meu filho pediu-me para lhe fazer churros (estes aqui). Sabem o que lhes digo? Para a próxima, vamos antes à roulotte do Zé das Farturas!

06/04/2015

I like Deco (so much...)

Adoro decoração! Mais do que os saldos das lojas de roupa ou os blogs de moda, gosto dos saldos do Ikea e de dar uma vista de olhos a blogs e sites de decoração.

Com regularidade, tenho de mudar qualquer coisa. Não necessariamente comprar, mas às vezes as pequenas alterações fazem toda a diferença.

Quando vim morar para esta casa, ela já tinha a maior parte das coisas e, para falar a verdade, também não tinha muitas possibilidades de fazer uma mudança total, por isso as mudanças foram feitas e continuam a ser feitas a pouco e pouco.

Já passei por várias fases. Tive a fase mobília preta. Por Deus, assim que se limpa o pó está pronta para limpar outra vez! Um horror! Agora estou numa fase mais suave. Gosto muito do estilo mid-century, mas infelizmente não sou grande coisa a restaurar. Enfim, acho que a nossa casa deve expressar aquilo que somos e ser um sitio onde nos sentimos bem, mas também ser funcional e provocar o menor stress possivel com a sua manutenção.

Nunca tive uma divisão para decorar do zero, por isso, é com algum entusiasmo que encaro a decoração do quarto da minha sweet little girl. Não tivesse eu o que fazer e podia passar dias a saborear detalhes e a tirar ideias no Pinterest... [suspiro]

Cama de ferro ou madeira? Cores claras ou cores fortes? Clássico ou moderno? Ah, todo um mundo à distância de um clique!

Quer-me parecer que a partir de agora vão começar a levar com fotos dos quartos mais fofos desta internet.