31/03/2015

Sair do armário

Acordei às 4h da manhã estremunhada com um barulho dentro do guarda-fato (guarda-fatos, guarda-vestidos, guarda-roupa, o que quiserem). Fiz contas à bicharada rapidamente (tão rapidamente quanto possivel) e lembrei-me que a gata não tinha entrado para vir dormir. Pois, claro que não, estava enfiada no armário a fazer uma sestinha!

Casas com animais e/ou crianças: está sempre qualquer coisa a acontecer.

28/03/2015

27/03/2015

Coisas que...enfim...

Levantei-me por volta das 6h da manhã para pôr a bicharada na rua. Não acendi a luz e mal abri os olhos para poder voltar a deitar-me e dormir mais um bocadinho. Calcei a boa da pantufa UGG-style e lá fui eu a questionar-me por que razão é que o botão lateral, que deve estar do lado de fora do pé, estava no lado esquerdo em ambos os pés. Pois que calcei duas pantufas esquerdas, uma minha, uma do meu rapaz... De cores e tamanhos diferentes. Humpf!

20/03/2015

Gostos não se discutem, mas...

Conheço uma moça bem simpática, por sinal, com a qual estou amigada no Facebook. Nada de anormal até aqui. Então, qual é o problema? Passa os dias a partilhar fotos e vídeos de partos! Eu nem ligo ao vídeos, mas as fotos entram pelos olhos dentro. Eu não quero ver partos, por amor de Deus!

19/03/2015

E por falar em perturbações telefónicas...

... umas breves considerações:

1. Não é por (quase) toda a gente agora estar contactável 24/7 que tem de estar disponível 24/7, ok? Por isso, nada de chamadas em voz de recriminação "Liguei-te há 5 minutos e não me atendeste..." como se fosse uma obrigação e ninguém pudesse estar a fazer mais nada senão esperar uma chamada. E isso leva-me a outra coisa.

2. É tão estupidozinho atender chamadas enquanto se está a ser atendido numa loja e nem se fala com a pessoa do outro lado da linha, nem com a pessoa que está a atender e que também merece algum respeito assim como as pessoas que estão à espera e que não só podem ser privadas da conversa como agradecem que as outras se despachem.

 Role play:

Pessoa A (ao telefone): Espera aí um bocadinho, que estou na farmácia. Boa tarde, é para aviar a receita.
Pessoa B vai lá dentro aviar a receita.
Pessoa A: Bla bla bla, e depois ele disse assim e eu respondi assado... Bla bla bla.
Pessoa B olha, esperando que a pessoa se manque. Na ausência disso, diz: Não temos este medicamento disponível. Quer que encomende.
Pessoa A: Ai, espera aí um bocadinho. Como diz?
Pessoa B repete.
Pessoa A: Sim, pode ser.
Enquanto Pessoa B tecla diligentemente, Pessoa A volta à carga.
Pessoa A: É que não há o medicamento que eu preciso. (Pode seguir-se uma breve explicação do historial médico) Mas estava eu a dizer, eu respondi-lhe assado e ele vira-se e diz-me...
Pessoa B: Já encomendei o medicamento. Dê-me o seu contacto para avisarmos quando chegar.
Pessoa A (outra vez): Espera lá só um bocadinho.

Podia continuar, mas não vale a pena, pois não?

A chamada é assim tão importante que não possa esperar uns minutos? Talvez não.

3. Esta é mais velha do que o mundo. "Ah, nunca mais ligaste, nunca mais disseste nada," diz o vosso interlocutor, ao qual têm mesmo de responder "Olha, tu também não!" Claro que depois a pessoa vai dizer que tem estado ocupada com o trabalho/ a família/ a escola/... e quanto a vocês, nem vale a pena meterem-se numa discussão sobre compromissos e gestão de tempo, que não vai levar a nada. Têm daqueles amigos (com ou sem aspas) com quem falam todos ou quase todos os dias e já é uma coisa tão automática, que nem sabem quem ligou a quem? Experimentem este pequeno truque: Tenham o telefone "impossibilitado" de fazer chamadas por meia dúzia de dias e vão ver quem é que se preocupa o suficiente para ligar.

18/03/2015

Já te ligo...

Se não fazem menção de ligar mesmo, mais vale estarem caladinhos.

Conheço, pelo menos, uma pessoa com este "vício", que eu abomino. A meio de uma conversa "ah, espera aí que eu tenho de fazer uma chamada/ ir ali ao pão/ o que seja e já te ligo..." Uma semana mais tarde, "Então, nunca mais disseste nada!?"

E pensam vocês que ela não quer é falar comigo. Então, mas e quando é ela que liga? Ah, bom...

Ninguém obriga ninguém a ligar a ninguém, mas quando não podem/ não querem atender podem sempre rejeitar ou não atender; quando uma conversa não voz interessa podem dizer isso mesmo; quando têm de interromper uma chamada, por qualquer razão, mais vale dizerem que ligam quando for possivel.

17/03/2015

Perguntas que são (realmente) muito importantes #2

O que fazer com uma orelha de gato? (se forem nojentinhas/os talvez seja melhor não ler)

E bom, outra pergunta que todos faziam, até agora sem resposta.

Vi-me a braços com uma orelha de gato, por assim dizer, separada do respectivo gato. Eu explico, o meu gato teve de remover uma orelha devido a um tumor. Pobre infeliz! Quando fui buscá-lo ao vet, a cara Sra. Dra. não vai de modas, espeta-me com a orelha à frente e pergunta "Vai levar a orelha?" (PARA QUÊ?!). Bom, lá me encheu um frasquinho com formol e meteu lá a orelha e o tumor e disse-me para guardar porque um dia pode ser necessário fazer análises. Pergunta básica: onde é que se guarda um frasquinho de formol com uma orelha e um tumor? No wc, assim entre o desodorisante e a água micelar? Em cima de um naperon na sala para se poder mostrar às visitas? Humpf! Decidi guardar no armário da garagem para não ter de o ver muitas vezes, mas mesmo assim, quando andava à procura de uma coisa no fim de semana, já dei de caras com "aquilo".
Se alguém tiver frasquinhos de formol com pedaços de seres, por favor, acuse-se! Agradecida. Se for só eu, olhem, obrigada na mesma.

16/03/2015

Perguntas que são (realmente) muito importantes #1

Quanto tempo sobrevivem lesmas dentro do frigorífico?

Bom, é uma das grandes questões do milénio, não é?

Asseguro-vos que pelo menos duas semanas são garantidas. Tinha uma alface há pelo menos duas semanas no frigorífico e quando a fui usar encontrei 5 (!) lesmas bem enroladinhas no meio das folhas. É a agricultura biológica, minha gente! Pensei que estavam mortas, mas não. Na dúvida, metia-as no parapeito da janela e em menos de um minuto estavam todas de corninhos ao sol.