31/05/2014

Bolinho de chocolate (Feito em casa)

Para recuperar de uma semana de visitas quase diárias ao médico, esta tarde foi passada na companhia do Feito em Casa da Joana Roque que inspirou a receita do bolinho para o lanche. A receita está aqui.




Ai, parece que ainda estou viva!!!

Medicamentos diversos, 2 injecções nas "nalgas" e diversos episódios para esquecer depois, parece que ainda estou viva. Está muito bem!

22/05/2014

Gosto disto!

Estas unhas são qualquer coisa, a lembrar praia e mar.

via The Nailasaurus
Podem ver o tutorial aqui e mil ideias aqui e quem sabe reproduzir a ideia se não tiverem 2 mãos esquerdas como eu.

21/05/2014

Ai, as surpresas que vieram com os 12 anos

O pior que se pode fazer é pressioná-los a fazer seja o que fôr: a ser xpto porque a mãe ou o pai sempre foram isso assim como o tio e o avô ou, pelo contrário, a ser aquilo que os pais não conseguiram ser. Sou a favor de os deixar voar com as próprias asas (sempre comigo de olho no passaroco).

Tinha pena que ele não quisesse aprender a andar de bicicleta, mas nas férias da Páscoa lá se decidiu, por ele, a montar na dita cuja e agora não quer outra coisa. Outra coisa que me fazia pena era o seu desinteresse pelos livros (logo eu que sempre gostei de ler). Desde bebé que tem livros de todos os feitios, mas insistia que não achava piada nenhuma aquilo e quem acabou por ganhar com a situação foram as minhas sobrinhas que ficaram com uma bela biblioteca infantil. Agora há dias disse que lhe apetecia ler Ulisses da Maria Alberta Menéres e assim que o acabou atirou-se a outro livro (e bem gordinho por sinal) sem medo e cheio de entusiasmo.

A entrada nos 12 anos tem trazido estas boas surpresas e é bom vê-lo alargar horizontes e a fazer estas escolhas por ele.

20/05/2014

Sweets for my sweet #1


Este carrossel muito fofo veio do Conto de Fadas, uma loja mágica cheia de coisas bonitas e uma fada muito simpática. Quem ainda não conhece é choné!

19/05/2014

Desta gravidez que não se nota

A barriga não cresce, não há ecografias para mostrar, não há pontapés na barriga, não há uma data prevista de nascimento, não há enxoval a fazer (para já), nem mala para preparar para a maternidade. Esta gravidez não se nota por fora, mas nota-se por dentro.
Se esta fosse uma gravidez "normal" o parto seria em Janeiro. Neste caso, pode ser antes (com muita, muita sorte) ou demorar alguns anos. A única certeza para já é que vem uma menina a caminho e por aqui vão-se fazendo planos para o quarto e namorando folhos e laços e coisas fofas.


18/05/2014

Adenda ao post anterior #2 (pode ser que algum psi explique)

No dia-a-dia não uso com regularidade as palavras culpa, medo e problema.

Adenda ao post anterior #1

Não tenho qualquer problema em admitir as minhas culpas. Se erro tenho de pedir desculpa, se faço um disparate tenho de admitir e tentar resolver e não posso deixar que alguém arque com as culpas dos meus erros.
Aqui há uns 3 anos aconteceu uma situação na empresa onde trabalho e as culpas recaíram em cima de uma colaboradora que tinha acabado de ser dispensada na semana anterior. Ela insistia que não era culpa dela, mas as evidências estavam contra ela. Quando estava a tentar resolver a questão encontrei uns documentos relacionados com a situação em causa numa das minhas pastas e tornou-se evidente para mim que o assunto me tinha sido passado por ela (apesar de eu não me lembrar) e que a culpa da situação não ter sido resolvida era minha. Podia ter ficado tudo como estava. Assim como assim ela já tinha sido dispensada (não por causa desta embrulhada), não perdia nem ganhava. No entanto, fui incapaz de não clarificar a situação. Pedi uma reunião com as minhas chefias e com a chefia dela e admiti que se tinha tratado de um lapso meu. That's the way I do it...

A culpa não é sempre da mãe

Nunca li nenhum livro que tenha saltado da blogosfera para fora. Tenho esta aversão a livros que toda a gente recomenda. Enfim.

De qualquer modo este livro da "Cocó" acabou por me vir parar às mãos e como mãe não podia deixar de o ler. Não tinha qualquer expectativa em relação ao livro. Não gosto de partir para um livro com expectativas demasiado elevadas, prefiro ver onde ele me leva. Sabia que, pelo menos, a escrita faria algum sentido, porque como jornalista uma coisa que a autora faz bem é "brincar" com as palavras.

É uma escrita leve, mas que trata de assuntos sérios. É uma espécie de reportagem, mas em grande, que se lê ora com uma risada ora com um aperto no peito. Acima de tudo, o que provocou em mim foi ir ao baú das memórias e lembrar-me das minhas experiência em confronto com as experiências das mães do livro. Meu Deus, há mães naquele livro que a culpa deve arrastar para uma existência miserável! O que posso concluir dessa análise a mim mesma é que ou tenho uma patologia grave ou não me deixo afectar muito pela culpa.

Não sinto culpa por ter tido um parto induzido
Não sinto culpa por este ter culminado numa cesariana com anestesia geral
Não sinto culpa por não ter amamentado (ainda que o quisesse fazer)
Não sinto culpa por ele não gostar da escola
Não sinto culpa por ele ter caído nas escadas e ter aberto o queixo quando tinha 6 anos e precisar de pontos (eu própria caí várias vezes na mesma escada em pequena e em grande e nunca culpei a minha mãe. Sou uma grande trapalhona é o que sou!)
Não sinto culpa por ele ter chumbado um ano e por ter dito, quando fui chamada à escola por uma professora que me perguntou o que eu achava de ele ficar retido, que se ele não estava preparado devia chumbar (ah, mas disseram-me que me ia arrepender e que devia ter implorado para ele passar. Nunca me arrependi e foi o melhor para ele sem qualquer dúvida)
Não sinto culpa por dizer não quando é o que ele precisa de ouvir
Não sinto culpa por todos os anos tirar uns dias de férias só para mim (temos 360 dias para compensar isso)
Não sinto culpa por ele não andar num colégio fino, nem por não ter um telemóvel XPTO ou roupas caríssimas  
...

A culpa pode partir de nós, mas pode partir muito do zum zum (das mães, das sogras, das amigas, do companheiro, da sociedade) que nos chega aos ouvidos e temos de aprender a ser imunes a todos esses disparates com que nos querem assoberbar. Ser mãe não é fácil, ninguém disse que era. As coisas não correm, a maior parte das vezes, como idealizámos antes deles nascerem. Há coisas que correm bem, outras menos bem e há coisas que simplesmente não podemos controlar, não podemos evitar, mas temos de aprender a viver com isso e em vez de darmos ouvidos a 50000 disparates, seguir o nosso instinto e fazer o que achamos correcto. O que é correcto para uma mãe pode não ser o correcto para outra? Pode, mas nós estamos a criar os nossos filhos, não estamos a criar os filhos da vizinha.

Só espero que as mães que vivem atoladas em culpa por tudo e por nada aprendam alguma coisa com este livro e que percebam que se precisarem de ajuda para ultrapassar certas questões não há mal em pedir ajuda a alguém imparcial e especializado.

Um grande clap clap para a Sónia. Gostei muito de a ler!



Adoro o original e adoro esta versão mais calminha

12/05/2014

Afinal sempre vou dar dicas de Make up

Para quem como eu não domina técnicas de maquilhagem, todas as dicas easy-to-do são bem-vindas. Ora topem lá como fazer smokey eyes fácil fácil!


Dica via The Beauty Department

10/05/2014

Aldeia da Mata Pequena

Na semana passada, peguei no filho e nas sobrinhas e como ainda era cedo para levar a sobrinha bebé à praia fomos até uma pequena aldeia saloia típica nas proximidades de Mafra. Já me tinham falado desta aldeia, que permite pernoitar em casinhas típicas além de ser um passeio diferente. Podem saber mais sobre esta aldeia aqui.

Este é o registo feito por mim e pelo meu filho:









02/05/2014

Então e o que me dizes do tal outro livro?

Deste aqui. Hum, pois, acho que não é bem o meu género.

Ele há coisas...

Estou a ler O vale das bonecas de Jacqueline Susan que recebi através do Winkingbooks. É uma edição antiga dos anos 70. Um destes dias virei a página e de lá de dentro caíram 3 cromos das pastilhas Pirata, daqueles que nem autocolantes eram.

São tão fofos e vintage!


01/05/2014

Madeixas Californianas com Cor (L’Oréal Paris)

Mais uma vez fui seleccionada pela Youzz para experimentar um produto de uma das suas campanhas. Desta vez, trata-se das Madeixas Californianas com Cor da L’Oréal Paris, que diz que será a tendência deste ano em termos de coloração. Existem em dois tons: acobreado e vermelho. No meu caso recebi o acobreado.

Como uma das minhas amigas queria muito experimentar cedi-lhe a minha vez na experimentação. Apesar de ter visto fotos em que os resultados são muito evidentes, no caso da minha amiga a diferença após a aplicação é muito pequena, o que a deixou um pouco desiludida. O que é certo, é que poderá ter sido o cabelo dela que não agarra tão bem a cor ou a aplicação não ter sido feita correctamente, uma vez que há muitas meninas satisfeitas. No entanto, acidentalmente deixou cair um pouco de coloração na cadela (preta) que ficou com uma bonita madeixa acobreada no lombo. A minha amiga também disse que a aplicação não tinha sido fácil e que as instruções do folheto não eram muito simples de seguir. Às vezes é mais fácil alguém fazer por nós enquanto nos limitamos a estar muito quietinhas.

Se alguém tiver interesse em experimentar este produto tenho ainda alguns vales de desconto que posso dar. Deixem-me mensagem neste post ou enviem-me um email.

Acobreado ou Vermelho




Nota: Fotos da amiga e da cadela não disponíveis

Donos de gatos, may I have your attention please!!!

Quando fiz este post esqueci-me de vos dizer que ainda tenho alguns vales de desconto da Whiskas. Se alguém tiver interesse em receber uns quantos, mande email ou deixe mensagem.